
O pecado
“Este é um conceito que as pessoas precisam aprender a reelaborar: “O que é pecado?” As pessoas pensam que pecado é uma coisa boa, gostosa, legal, mas que Deus a proibiu porque Ele é “chato”. Como se Ele fosse um “estraga-prazeres” que acordou mal-humorado e disse: “Quer saber? Vou proibir um bando de coisas para aquele povo lá na terra!”. Não é nada disso! As pessoas precisam entender que a coisa é pecado porque ela nos destrói. O veneno é mortal porque ele é mortífero.
As pessoas precisam aprender que o sexo diz para a outro: “Eu me entrego inteiro a você de corpo e alma”. Se o sexo diz isso, que sentido tem eu ter uma relação sexual com a pessoa e depois me levantar e ir para minha casa? Há então aí uma divisão de corpo e alma, e, quando há divisão de corpo e alma nós damos o nome a isso de morte.
Nós temos visto que o sexo no namoro em vez de solidificar a relação, ele a abala, porque fica sempre aquela pergunta: “Será que a pessoa me ama ou está usando o meu corpo?”
Pois bem, com esta reflexão muito esclarecedora cai a máscara a respeito do adultério e da fornicação, pois se eu me relaciono com alguém infringindo o conceito de que sexo é uma realidade pensada e criada por Deus como ato exclusivo dos esposos em santo matrimônio, de todas as formas estou a cometer um pecado grave, que como diz São Paulo, mancha nosso corpo além da nossa alma.
Lembremos, Eclesiástico 15,21 - Ele não deu ordem a ninguém para fazer o mal, e a ninguém deu licença para pecar.
O pecado é uma realidade que nos destrói, destrói nossa alma e nos presenteia com a condenação eterna. Deixemos de lado essa realidade, dia após dia porque dia após dia o que temos a fazer é carregarmos nossa cruz. Jesus nos espera no Calvário, nossa cruz precisa ser deixada ao lado da cruz redentora. Caminhemos sempre com o olhar fixo para cima, fixo na eternidade e assim não teremos tempo para nos distrairmos com aquilo que passa e nos desvia de nosso fim último: a glória eterna do paraíso.