
Mau uso dos modelos cristãos
Uma empresa que vende barras de proteína decidiu ridicularizar desnecessariamente o sacramento da confissão em um comercial recente. O anúncio começa com a atriz vestida de forma provocante e segurando um terço nas mãos. Ela é retratada fazendo uma confissão a um homem vestido de padre.
Embora esses detalhes já sejam ruins o suficiente, a situação piora quando ela faz várias insinuações sexualizadas. Infelizmente, não se tratavam apenas de implicações sutis. Sua linguagem evoca atos sexuais explícitos, não deixando dúvidas sobre o que ela se refere.
Nas redes sociais, a legenda do anúncio afirma cinicamente: "uma indulgência da qual você não precisará se arrepender".
Pessoal, tem necessidade disso? Qual é o objetivo nas entrelinhas de se fazer uma referência desta natureza? Já não é de hoje que comerciais ou programas são criados usando como pano de fundo o viés religioso. Soa como se essas pessoas quisessem se autoafirmar e demonstrar para o mundo que as coisas sagradas não são tão ilustres assim quanto as coisas mundanas e menos importantes ou até desnecessárias.
Ao católico resta protestar, reparar e unir suas dores aos sofrimentos de Cristo na cruz. O que consola é saber que, como lemos em Eclesiastes, "Deus irá fazer a prestação de contas de todos os atos, sejam eles bons ou maus.
Fonte: adaptado pelo autor do site de americaneedsfatima.org