
Eu e meus filhos


Enfim, no outro lado da moeda existem os que se esforçam em seu melhor para desempenhar bem o papel; e para a tristeza familiar, falham e trazem consequências desastrosas para o caráter e formação dos seus filhos. Nem precisamos ir tão longe, cada um pode aprender sobre o assunto investigando na internet. Todavia, mais importante que tomar conhecimento dos fatos e realidade disponíveis por aí, é inteirar-se do modelo divino que propõe uma doação completa, comprometida e engajada na salvação da alma filial.
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Doação esta que passa pela oração diária pelos filhos,
cuidados diários – nos mínimos aspectos da vida – e uma educação que ensina a
pescar, não presenteia com uma vara, ensina a plantar, não presenteia com alimentos,
ensina a ler, não presenteia só contando histórias, ensina o certo e o errado,
não presenteia só remediando burradas cometidas. Jesus deu a dica quando disse
que devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados; deu a dica que
não devemos fazer ao outro o que não queremos que nos façam e, como pais, não
devemos tirar o pirulito da boca de nossos filhos, não devemos agir em casa de
um jeito e publicamente de outro. Não devemos ser motivo de desgosto e sim, com
a nossa simplicidade querida por Deus (prudentes como a serpente e simples como
a pomba, lembram?) darmos o nosso melhor colocando na vida dos filhos as
ferramentas necessárias para que eles possam um dia alcançar o céu.
Fonte: Jefferson Roger