
Papa Francisco e a reforma protestante
Agora, o Vaticano confirma que o Papa Francisco irá iniciar as celebrações dos 500 anos sobre a Reforma Protestante na Suécia no próximo mês de outubro de 2016.
Diante deste “falso ecumenisno”, que os lobos em pele de cordeiro proclamam dentro da CASA DE DEUS, apoiado e aplaudido pela maioria dos católicos, devemos lembrar dos mártires que deram a vida defendendo a verdadeira Santa Igreja e não concordando com o “ERRO”. (com as heresias e com agradar aos homens, fazendo a vontade deles) Devemos lembrar, que Francisco durante um encontro, com o secretário-geral e embaixador da Aliança Evangélica Mundial, disse o seguinte: “Eu não estou interessado em converter os evangélicos ao catolicismo. Em muitos pontos da doutrina não estamos de acordo. Porém basta mostrarmos o amor de Jesus”.
Pois…pasmem…Francisco se inclinou para receber a bênção do (falso) bispo anglicano! Verdadeiro Escândalo! Ao chão o sangue dos mártires, como São João Fischer e São Tomas Morus, que morreram por não se inclinarem diante da falsa Igreja Anglicana, por Amor e Fidelidade a Única e Verdadeira Igreja. Convém lembrar que o Papa Leão X, com a Bula Exsurge Domine de junho de 1520, condenou solenemente 41 dos erros defendidos por Lutero em 1517:
Do mesmo modo, este papa condenava os outros escritos de Lutero:
“Ainda mais, por causa dos precedentes erros e de muitos outros contidos nos livros ou escritos e sermões de Martinho Lutero, nós do mesmo modo condenamos, reprovamos e rejeitamos completamente os livros e todos os escritos e sermões do citado Martinho, seja em Latim seja em qualquer outra língua , que contenham os referidos erros ou qualquer um deles; e desejamos que sejam considerados totalmente condenados, reprovados e rejeitados.
Então, pergunta-se também, o que fazer agora com os documentos de Trento? O Concílio infalível de Trento (1545-1563) além de condenar e excomungar os protestantes, reiterou tudo o que os Concílios anteriores declararam, e ainda proferiu: “… nossa fé católica, sem a qual é impossível agradar a Deus…”
O que fazer com tantos escritos de Santos, Doutores e Papas condenando o Protestantismo? Como por exemplo:
Papa Pio IV (1559-1565), um dos papas do Concílio de Trento: “… Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar…” (Profissão de fé da Bula “Iniunctum nobis” de 1564)
Papa Pio XI, disse na Mortalium animos, #10, 6 de Janeiro de 1928: “… por quanto não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora, infelizmente, eles se apartaram dela”.
Não se deixe ser levado por falsas aparências de humildade, por palavras doces, que nada valem, se em vez de servirem verdadeiramente a DEUS, servem aos homens e as suas próprias tradições mundanas. “Se um futuro Papa ensinar algo contrário à Fé Católica, não o sigam.” - Papa Pio IX, Carta ao Bispo Brizen, citado em “In His Name”, E. Christopher Reyes, 2010)
Como vimos caros leitores, nem é preciso nos aprofundarmos mais, mesmo tendo muito conteúdo para tal. Encerro aqui com as palavras do Padre Pio:
“Não sabeis que o protestantismo também possui um fundador sobrenatural? Sabeis agora, trata-se de um anjo, e seu nome é Lúcifer”. “É a Virgem quem chora porque não combatemos este inimigo [o protestantismo]. Olhe para o Protestantismo como um grande hospital, onde os médicos não são verdadeiros médicos, e os remédios não fazem efeito porque não possuem a substância correta. Verás, pois, que se um moribundo adentrar nesse hospital suplicando que lhe cure, sequer ouvirá uma solução para sua doença, ou será atendido de forma desleixada, e a morte será o seu único fim. Assim é o protestantismo: há pastores que não são pastores, e há doutrinas que não salvam, por não serem as doutrinas de Cristo. E seu único fim [do protestante] é a morte eterna, se a misericórdia divina não contrapuser a justiça temerosa. É impossível amar a Igreja e não lutar para destruir esta heresia”.